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Quem bate, esquece

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Há quatro anos, em setembro de 2014, com Helder Barbalho já se considerando governador eleito, o Diário do Pará, da família Barbalho, publicou nota na coluna Repórter Diário, indagando onde eu iria me esconder quando ele, o filho do honestissimo senador Jader Barbalho, tomasse posse como governador.
A história todos sabemos como terminou,: Helder – Cavanhaque – Barbalho acabou derrotado nas urnas por Simão Jatene, teve que jogar fora o jantar da festa da vitória em sua mansão no condomínio de luxo Lago Azul, em Ananindeua, e foi chorar suas mágoas como radialista na Rádio Clube dos pais.
Quero dizer aqui e agora que nunca me escondi e jamais irei me esconder.
Jornalismo não é profissão para covardes.

Ronaldo Brasiliense
Ronaldo Brasiliense é o repórter mais premiado da Amazônia nos últimos trinta anos. Conquistou os maiores prêmios da imprensa brasileira em uma carreira marcada por reportagens denunciando a corrupção, a malversação do dinheiro público, em defesa da democracia, dos direitos humanos, da preservação do meio ambiente e da cultura dos povos da floresta. Atualmente, Ronaldo Brasiliense é presidente da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) e da Associação Cultural Obidense (ACOB), que administra o Museu Integrado de Óbidos e promove anualmente o Festival do Jaraqui, além de executar obras com o apoio da sociedade civil obidense e do poder público municipal, como a atual revitalização do histórico Forte Pauxis, marco de fundação da cidade de Óbidos.

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