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Pobres professores públicos do Pará, que como os demais servidores públicos vão ficar sem reajuste salarial até dezembro de 2.021, atingidos por acordo entre o presidente Jair Bolsonaro e o Congresso Nacional.
Para os professores da rede pública do Pará, além da queda, o coice: também não vão recebera o piso salarial nacional prometido na campanha eleitoral de 2.018 pelo então candidato a governador Helder Barbalho (MDB), que usou e abusou de imagens de professores na televisão, anunciando que uma das primeiras medidas de seu governo seria pagar o piso nacional, que beneficiaria de imediato milhares de mestres paraenses.
Ao sentar no trono, eleito governador, Helder Barbalho esqueceu da promessa. Preferiu, por mais barato, cooptar políticos e partidos políticos com influência sobre o Sindicato dos Professores Públicos do Pará (Sinttep), entre eles o deputado federal Edmilson Rodrigues e a deputada Marinor Brito, do PSOL, e distribuiu cargos de segundo e terceiro escalões de seu governo para políticos do PT e PC do B, que permanecem caladinhos.
O assunto Piso Nacional dos professores só deve voltar à pauta de Helder Barbalho em 2.022, quando o filho do notório senador Jader Barbalho (MDB), de triste memória, pretende se candidatar à reeleição.
Isso, se não for cassado e preso por malfeitos cometidos nas compras superfaturadas, com dispensa de licitação, para combater a Pandemia do novo coronavirus.
Mas essa já é outra história.

Ronaldo Brasiliense
Ronaldo Brasiliense é o repórter mais premiado da Amazônia nos últimos trinta anos. Conquistou os maiores prêmios da imprensa brasileira em uma carreira marcada por reportagens denunciando a corrupção, a malversação do dinheiro público, em defesa da democracia, dos direitos humanos, da preservação do meio ambiente e da cultura dos povos da floresta. Atualmente, Ronaldo Brasiliense é presidente da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) e da Associação Cultural Obidense (ACOB), que administra o Museu Integrado de Óbidos e promove anualmente o Festival do Jaraqui, além de executar obras com o apoio da sociedade civil obidense e do poder público municipal, como a atual revitalização do histórico Forte Pauxis, marco de fundação da cidade de Óbidos.

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