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Pará se aproxima de 150 mil casos confirmados de Covid-19, o que mantém o Estado na quarta colocação no Brasil, atrás apenas de São Paulo, Ceará e Rio de Janeiro. Os óbitos há tempos já superaram cinco mil, quinto lugar no ranking nacional.
Não há dúvidas de que a corrupção que se alastrou nas compras superfaturadas, com dispensa de licitação – como na dos 400 respiradores mecânicos na China, que se mostraram imprestáveis, e a gestão atrapalhada da crise pelo governador Helder Barbalho e suas atitudes imperiais, contribuíram, e muito, para que o Pará se encontrasse hoje nestas tristes posições.
Se em Belém, a capital, a situação é estável após ser o epicentro da pandemia na Amazônia, no interior a situação se agrava.
Parauapebas, no sudeste paraense, já é o segundo município em número de casos, superando Ananindeua, na região metropolitana, enquanto Santarém e Itaituba lideram em número de casos e óbitos no oeste paraense.
Tem governante fazendo festa, mas não há o que comemorar.

Ronaldo Brasiliense
Ronaldo Brasiliense é o repórter mais premiado da Amazônia nos últimos trinta anos. Conquistou os maiores prêmios da imprensa brasileira em uma carreira marcada por reportagens denunciando a corrupção, a malversação do dinheiro público, em defesa da democracia, dos direitos humanos, da preservação do meio ambiente e da cultura dos povos da floresta. Atualmente, Ronaldo Brasiliense é presidente da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) e da Associação Cultural Obidense (ACOB), que administra o Museu Integrado de Óbidos e promove anualmente o Festival do Jaraqui, além de executar obras com o apoio da sociedade civil obidense e do poder público municipal, como a atual revitalização do histórico Forte Pauxis, marco de fundação da cidade de Óbidos.

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