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Helder Barbalho (MDB) assumiu o governo do Pará com uma ideia fixa na cabeça: reduzir a qualquer custo, drasticamente, os índices de violência no Pará, principalmente em Belém e região metropolitana.

Sete meses depois, o governo do filho do notório senador Jader Barbalho (MDB) detém três recordes na área da segurança pública: a maior chacina na capital, com os assassinatos de onze pessoas no Bar da Wanda, no bairro da Cremação; os assassinatos de 28 policiais militares em pouco mais de seis meses e, agora, o massacre de 55 presos, com 16 degolados, numa guerra de facções no presídio de Altamira, no sudoeste paraense.

A vinda da Força Nacional de Segurança para um período de poucos meses em Belém e Ananindeua foi apenas mais um golpe marqueteiro, assim como não passa de marketing o programa Territórios da Paz, criado pelo atual governo, que praticamente não saiu do papel.

O Helder Presente da campanha eleitoral deu lugar ao Helder Ausente, na prática, à frente de um governo que ainda não mostrou a que veio.

Ronaldo Brasiliense
Ronaldo Brasiliense é o repórter mais premiado da Amazônia nos últimos trinta anos. Conquistou os maiores prêmios da imprensa brasileira em uma carreira marcada por reportagens denunciando a corrupção, a malversação do dinheiro público, em defesa da democracia, dos direitos humanos, da preservação do meio ambiente e da cultura dos povos da floresta. Atualmente, Ronaldo Brasiliense é presidente da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) e da Associação Cultural Obidense (ACOB), que administra o Museu Integrado de Óbidos e promove anualmente o Festival do Jaraqui, além de executar obras com o apoio da sociedade civil obidense e do poder público municipal, como a atual revitalização do histórico Forte Pauxis, marco de fundação da cidade de Óbidos.

Guerra de facções deixa dezenas de mortos em Altamira

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