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Pelo caminhar do andor, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Segup) tem por meta se transformar na Gestapo do Pará.

Na surdina, o governo do Pará está contratatando por R$ 6,5 milhões uma empresa para instalar um sistema que é considerado “de espionagem”.
Quem o governo Helder Barbalho quer espionar? Quais as motivações e quem poderia ser espionado? Já pensou: juízes, desembargadores, promotores públicos, senadores, deputados federais , deputados estaduais, prefeitos, vereadores, jornalistas, políticos aliados e adversários, todos à mercê de equipamentos que interceptam ligações e mensagens, inclusive do WhatsApp, colocando em risco a privacidade todo e qualquer cidadão?
O estranho é a Segup comprar esse equipamento por meio da Secretaria Adjunta de Inteligência e Análise Criminal (SIAC), algo inédito no Pará. Com isso, a Segup será transformada em órgão de investigação criminal, atribuição que é da Polícia Civil, deixando de ser órgão gestor da Segurança Pública no Pará. E o que é pior: pode ser transformada em instrumento político do governo, isto é, a Gestapo – polícia política nazista – do Pará.
A Segup não tem atribuição para investigação judiciária. A Segup é o órgão gestor da Segurança Pública e, como tal, desenvolve Atividade de Inteligência Estratégica, não sendo de sua competência a Inteligência ou investigação criminal. Esta é atribuição da Polícia Civil, que é o órgão de polícia judiciária no Pará.

https://bit.ly/3j3hhpE

Com informações do blogueiro Diógenes Brandão.

Ronaldo Brasiliense
Ronaldo Brasiliense é o repórter mais premiado da Amazônia nos últimos trinta anos. Conquistou os maiores prêmios da imprensa brasileira em uma carreira marcada por reportagens denunciando a corrupção, a malversação do dinheiro público, em defesa da democracia, dos direitos humanos, da preservação do meio ambiente e da cultura dos povos da floresta. Atualmente, Ronaldo Brasiliense é presidente da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) e da Associação Cultural Obidense (ACOB), que administra o Museu Integrado de Óbidos e promove anualmente o Festival do Jaraqui, além de executar obras com o apoio da sociedade civil obidense e do poder público municipal, como a atual revitalização do histórico Forte Pauxis, marco de fundação da cidade de Óbidos.

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