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Não há melhor parâmetro para medir a atuação do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), no combate à pandemia do novo coronavírus, do que comparar com o Maranhão, do governador Flávio Dino (PC do B).
O Pará ganha de goleada em número de casos da Covid 19 (126.509 x 99.830) e dá de capote em número de mortos: 5.293 x 2.501.
Isso mesmo: o Pará tem mais do que o dobro de óbitos registrados no Maranhão, que tem uma população semelhante à do Pará.
Quantos aos escândalos nas compras com dispensa de licitação para combater o novo coronavírus, Helder Barbalho impõe a Flavio Dino uma derrota germânica: 7 x 1 é pouco.
A começar que a Polícia Federal não bateu à porta da casa do governador maranhense e nem invadiu o Palácio dos Leões, em São Luiz.
Fica o registro, para a história.
Ronaldo Brasiliense
Ronaldo Brasiliense é o repórter mais premiado da Amazônia nos últimos trinta anos. Conquistou os maiores prêmios da imprensa brasileira em uma carreira marcada por reportagens denunciando a corrupção, a malversação do dinheiro público, em defesa da democracia, dos direitos humanos, da preservação do meio ambiente e da cultura dos povos da floresta. Atualmente, Ronaldo Brasiliense é presidente da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) e da Associação Cultural Obidense (ACOB), que administra o Museu Integrado de Óbidos e promove anualmente o Festival do Jaraqui, além de executar obras com o apoio da sociedade civil obidense e do poder público municipal, como a atual revitalização do histórico Forte Pauxis, marco de fundação da cidade de Óbidos.

Pará é o quarto Estado em número de casos

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