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O Pará é o quinto Estado da Federação em número de mortos pela pandemia Covid 19. Já são mais de 5.200 óbitos. Fica atrás, apenas, pela ordem, de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Pernambuco.
Em número de casos confirmados de Covid 19 o Pará está à frente de Estados mais populosos, como Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Bahia.
Frutos da gestão incompetente da crise pelo governador marqueteiro Helder Barbalho, que se preocupou muito mais em brigar com o prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, pela paternidade de ações de combate ao novo coronavírus na capital – epicentro da Pandemia no Estado -, do que em adotar medidas de fato necessárias para combater a pandemia.
Além da desastrada e supostamente fraudulenta operação de compra de 400 respeitadores mecânicos na China, por uma empresa picareta, de amigo, sem licença da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), por R$ 50,4 milhões – chegaram a Belém apenas 152 respeitadores, todos imprestáveis para combater a Covid 19 – o governo Helder Barbalho envolveu-se em uma série de escândalos nas compras e contratos com dispensa de licitação para o combate ao novo coronavírus, como na compra superfaturada de 1.140.000 garrafas pet e no aluguel de oito ambulâncias por R$ 7,8 milhões – R$ 245 mil por mês por ambulância – quando no mesmo período a Prefeitura de Belém alugou ambulância por R$ 6.200,00.
O Pará infelizmente paga com vidas humanas a incompetência da gestão do governador Helder Barbalho.

Ronaldo Brasiliense
Ronaldo Brasiliense é o repórter mais premiado da Amazônia nos últimos trinta anos. Conquistou os maiores prêmios da imprensa brasileira em uma carreira marcada por reportagens denunciando a corrupção, a malversação do dinheiro público, em defesa da democracia, dos direitos humanos, da preservação do meio ambiente e da cultura dos povos da floresta. Atualmente, Ronaldo Brasiliense é presidente da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) e da Associação Cultural Obidense (ACOB), que administra o Museu Integrado de Óbidos e promove anualmente o Festival do Jaraqui, além de executar obras com o apoio da sociedade civil obidense e do poder público municipal, como a atual revitalização do histórico Forte Pauxis, marco de fundação da cidade de Óbidos.

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