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Helder Barbalho diz em discurso festejando seu melancólico primeiro ano de desgoverno que foi escolhido por 8,5 milhões de paraenses para governar o Estado.

Para início de conversa, o Pará ainda não tem 8,5 milhões de habitantes, segundo o IBGE.

Segundo, menores de 16 anos e analfabetos não votam.

Terceiro, obteve nas urnas pouco mais de 2 milhões de votos, em segundo turno eleitoral.

Logo, Hélder Barbalho fez o que mais gosta, no poder: mentiu descaradamente para a população.

Assim como mentiu ao prometer pagar o Piso nacional para os professores públicos, e não pagar.

Assim como mentiu ao prometer repor as perdas salariais dos policiais civis, e não o fazer.

Assim como prometeu contratar servidores através de concursos públicos e, no poder, esquecer de cumprir.

Assim como prometeu acabar com a violência e presenciou em sua pífia gestão a Chacina do Bar da Walda, com 11 mortos, em Belém; o Massacre de Altamira, com 62 presos assassinados, e o espancamento de professores e sindicalistas na frente da Assembleia Legislativa, quando ganhou o apelido que vai marcar sua inepta administração: Helder Barbárie.

Nunca antes a história do Pará registrou caso tão escandaloso de estelionato eleitoral.

Ronaldo Brasiliense
Ronaldo Brasiliense é o repórter mais premiado da Amazônia nos últimos trinta anos. Conquistou os maiores prêmios da imprensa brasileira em uma carreira marcada por reportagens denunciando a corrupção, a malversação do dinheiro público, em defesa da democracia, dos direitos humanos, da preservação do meio ambiente e da cultura dos povos da floresta. Atualmente, Ronaldo Brasiliense é presidente da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) e da Associação Cultural Obidense (ACOB), que administra o Museu Integrado de Óbidos e promove anualmente o Festival do Jaraqui, além de executar obras com o apoio da sociedade civil obidense e do poder público municipal, como a atual revitalização do histórico Forte Pauxis, marco de fundação da cidade de Óbidos.

Helder quer investir arrochando os servidores públicos do Pará

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