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Em sua nova inserção, o candidato Helder (MDB) chama de “boatos, fofocas e mentiras” as afirmações de que ele é da família Barbalho, que só pensa na família, que quer dividir o estado e que é acusado. Vamos checar?

BARBALHO

Apesar de esconder o sobrenome em campanha, Helder é conhecidamente filho de Elcione e Jader Barbalho.

SÓ PENSA EM BENEFICIAR A FAMÍLIA

Prefeito de Ananindeua, na região metropolitana de Belém, entre 2005 e 2012, Helder Zahluth Barbalho (PMDB) empregou a esposa, Daniela Lima Barbalho, como secretária municipal de Cidadania e Assistência ao Trabalho. Depois, contratou a sogra, Maria José Rodrigues Valle, e a cunhada, Renata Valle de Lima, para ministrarem palestras bancadas pela Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência ao Trabalho (Semcat), aquela mesma comandada pela mulher, à época primeira-dama do município de Ananindeua. Outra cunhada de Helder Barbalho, Isabela Valle de Lima, foi contratada pela prefeitura e efetivada como DAS-09, recebendo de forma supostamente irregular mais de R$ 245 mil.

Fora isso, a sua chapa ao Governo do Estado traz seu pai, sua mãe, sua ex-madrasta e dois primos, o que Elcione Barbalho denominou de ‘kit Barbalho’.

QUER DIVIDIR O PARÁ

Vamos relembrar matéria de O Liberal, publicada em 07 de setembro de 2014:

“O filho do notório senador Jader Barbalho foi recebido com festas pelo prefeito de Marabá, João Salame Neto (PROS), com uma imensa faixa exigindo a criação do Estado de Carajás. Salame é um entusiasta da criação do novo Estado e em Marabá até os trios elétricos que fazem a campanha de Helder trazem o “Sim a Carajás” impresso na carroceria.”

É ACUSADO NA LAVA JATO

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou, em abril de 2017, a abertura de um inquérito sobre o então ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho (PMDB-PA). Ele é suspeito de receber R$ 1,5 milhão não contabilizado durante sua campanha ao governo do Pará em 2014. O senador Paulo Rocha (PT-PA) também é citado no mesmo inquérito.

O pedido faz parte de investigações pedidas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) com base nas delações premiadas de executivos e ex-executivos da Odebrecht.

Segundo o Ministério Público, Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis e Mário Amaro da Silveira relatam que Barbalho recebeu R$ 1,5 milhão durante sua campanha ao governo do Pará em 2014, pago em três parcelas. A Odebrecht desejava atuar como concessionária da área de saneamento básico no estado.

O próprio Barbalho, Rocha e o prefeito de Marabá, João Salame (PROS-PA), teriam solicitado o dinheiro, repassado através do Setor de Operações Estruturadas do grupo Odebrecht. O então candidato era conhecido pelo apelido de “Cavanhaque”.

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