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Depois de passar pelo ridículo, vergonha nacional, ao se nomear por decreto publicado no Diário Oficial do Estado do Pará Comendador da Ordem do Mérito Dom Pedro II, o governador Helder Barbalho fez a meia volta, volver.
Saiu na segunda-feira, 06 de julho, um novo decreto no DOE onde Helder Barbalho se desnomeia da honraria de ser Comendador da Ordem.
A vaidade abissal do Zé das Medalhas Tupiniquim por certo impediu Helder de ter lido o regulamento da Ordem do Mérito Dom Pedro II.
Está lá, escrito em bom português, que o governador do Pará – qualquer governador – é automaticamente o Grão- Mestre da Ordem, um cargo honorífico acima do grau de Comendador.
Helder Barbalho passou essa vergonha alheia, virou piada nacional, porque quis.
Em Uganda, na África, o truculento ditador Idi Amin Dada, após um violento golpe de Estado, se promoveu de Sargento a Marechal de campo e encheu o peito de medalhas e condecorações.
Mas essa já é outra história.

Ronaldo Brasiliense
Ronaldo Brasiliense é o repórter mais premiado da Amazônia nos últimos trinta anos. Conquistou os maiores prêmios da imprensa brasileira em uma carreira marcada por reportagens denunciando a corrupção, a malversação do dinheiro público, em defesa da democracia, dos direitos humanos, da preservação do meio ambiente e da cultura dos povos da floresta. Atualmente, Ronaldo Brasiliense é presidente da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) e da Associação Cultural Obidense (ACOB), que administra o Museu Integrado de Óbidos e promove anualmente o Festival do Jaraqui, além de executar obras com o apoio da sociedade civil obidense e do poder público municipal, como a atual revitalização do histórico Forte Pauxis, marco de fundação da cidade de Óbidos.

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