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Quem votou no Helder Barbalho – o filho do Jader e da Elcione – acreditando em suas promessas milagrosas começa a perceber que a vida real é bem diferente no mundo cor-de-rosa da propaganda eleitoral.

Nove meses e dez dias depois da posse, o maior feito do atual governo foi reinaugurar o hospital Abelardo Santos, em Icoaraci, com 269 leitos, inaugurado em dezembro de 2018 pelo então governador Simão Jatene.

Os milhares de professores públicos que acreditaram em Helder Barbalho hoje lamentam até hoje não ter recebido o piso nacional prometido solenemente na campanha. Pior: tiveram seus salários reajustados em percentual inferior à inflação no período. A maioria ganhou exatos R$ 39,00 em seus contracheques, o que dá para dois litros do açaí do grosso.

Helder Barbalho também continua devendo aos policiais civis, que cobram as promessas não cumpridas, e, em mais um engodo, contratou mais de 3.000 assessores especiais, em substituição aos 2.500 que teria exonerado.

O governador Barbalho mostrou nestes pouco mais de nove meses que é craque em contrair empréstimos, endividando o Estado do Pará, com seus três milhões de cidadãos ainda na miséria extrema – mais de R$ 1 bilhão aprovados pelos sócios na Assembleia Legislativa – e aumentando em R$ 10 milhões as verbas de publicidade, onde as empresas de seu grupo de comunicação – Rede Brasil Amazônia – levam a parte do leão.

Achou pouco? Então, prepare-se: o pior está por vir…

Ronaldo Brasiliense
Ronaldo Brasiliense é o repórter mais premiado da Amazônia nos últimos trinta anos. Conquistou os maiores prêmios da imprensa brasileira em uma carreira marcada por reportagens denunciando a corrupção, a malversação do dinheiro público, em defesa da democracia, dos direitos humanos, da preservação do meio ambiente e da cultura dos povos da floresta. Atualmente, Ronaldo Brasiliense é presidente da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) e da Associação Cultural Obidense (ACOB), que administra o Museu Integrado de Óbidos e promove anualmente o Festival do Jaraqui, além de executar obras com o apoio da sociedade civil obidense e do poder público municipal, como a atual revitalização do histórico Forte Pauxis, marco de fundação da cidade de Óbidos.

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