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O governo Helder Barbalho (MDB) começa com recorde de policiais assassinados: foram oito em 13 dias, segundo noticiou hoje, 14, de manhã, a RBA, TV da família Barbalho.

Mantida essa média trágica de mortes, Helder fecha 2019 com quase 200 assassinatos de agentes de segurança em seu currículo.

Em 2018, último ano do governo Simão Jatene, foram mortos 42 policiais, um completo absurdo.

Os números mostrados pela RBA contrastam com os apresentados de forma otimista pelo jornal Diário do Pará, que destacou em manchete de primeira página neste domingo a queda de 40 por cento nos homicídios nos primeiros dez dias da gestão Helder Barbalho.

Só para esclarecer: a morte de um único policial já é uma tragédia para toda a sociedade paraense.

Nossa solidariedade às famílias de todos os policiais que tombaram neste cenário de crimes seletivos que se chama Pará.

Ronaldo Brasiliense
Ronaldo Brasiliense é o repórter mais premiado da Amazônia nos últimos trinta anos. Conquistou os maiores prêmios da imprensa brasileira em uma carreira marcada por reportagens denunciando a corrupção, a malversação do dinheiro público, em defesa da democracia, dos direitos humanos, da preservação do meio ambiente e da cultura dos povos da floresta. Atualmente, Ronaldo Brasiliense é presidente da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) e da Associação Cultural Obidense (ACOB), que administra o Museu Integrado de Óbidos e promove anualmente o Festival do Jaraqui, além de executar obras com o apoio da sociedade civil obidense e do poder público municipal, como a atual revitalização do histórico Forte Pauxis, marco de fundação da cidade de Óbidos.

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