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São dois os motivos que levam o senador Jader Barbalho (MDB) e seu filho Helder Barbalho (MDB) a apelar para a baixaria e à repetição da mentira em seu grupo de comunicação contra o deputado estadual Márcio Miranda, presidente da Assembleia Legislativa, candidato ao governo do Pará por uma coligação de onze partidos liderada por DEM e PSDB.

1) O crescimento geométrico da candidatura de Miranda, que poderá levá-lo à vitória ainda no primeiro turno.

2) O aumento vertiginoso da rejeição ao candidato Helder Barbalho, principalmente em Belém, Ananindeua, nos demais municípios da região metropolitana (mais de 30% do eleitorado paraense) e em grandes colégios eleitorais do Pará, como Santarém, Marabá, Castanhal, Capanema e Bragança.

Hoje, a maioria dos eleitores do Pará já sabe que Helder Barbalho está enrolado até o pescoço na Operação Lava Jato; denunciado à Polícia Federal primeiro pelos executivos Fernando Reis e Mario Amaro da Silveira, da empreiteira Odebrecht, por ter recebido R$ 1,5 milhão em propinas – em três parcelas de R$ 500 mil.

O eleitor paraense também já sabe da delação premiada do diretor-executivo do grupo JBS/Friboi, que confessou à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal ter pago propina de R$ 2,9 milhões para Helder Barbalho e R$ 6 milhões para Jader Barbalho em 2014, exibindo inclusive as notas fiscais entregues ao grupo JBS/Friboi pelo ex-senador Luiz Otávio Campos como contra-partida ao pagamento das propinas.

Com base em todas as pesquisas já realizadas, que apontam que mais de 60% dos eleitores não votarão de jeito nenhum em candidatos denunciados na Operação Lava Jato, ou que tenham ficha-suja, restou aos Barbalhos tentar jogar todos os demais candidatos ao governo do Pará no mar de lama onde estão mergulhados.

Dai a repetição de denúncias mentirosas e torpes contra Márcio Miranda, que tentam induzir os eleitores à percepção de que todos os candidatos são iguais.

Não, os candidatos ao governo do Pará não são todos iguais: Mario Miranda é ficha limpa; Helder Barbalho é um enrolado na Lava Jato.

A verdade é esta, doa a quem doer.

Ronaldo Brasiliense
Ronaldo Brasiliense é o repórter mais premiado da Amazônia nos últimos trinta anos. Conquistou os maiores prêmios da imprensa brasileira em uma carreira marcada por reportagens denunciando a corrupção, a malversação do dinheiro público, em defesa da democracia, dos direitos humanos, da preservação do meio ambiente e da cultura dos povos da floresta. Atualmente, Ronaldo Brasiliense é presidente da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) e da Associação Cultural Obidense (ACOB), que administra o Museu Integrado de Óbidos e promove anualmente o Festival do Jaraqui, além de executar obras com o apoio da sociedade civil obidense e do poder público municipal, como a atual revitalização do histórico Forte Pauxis, marco de fundação da cidade de Óbidos.

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