0

O Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) divulgou nesta terça-feira (10/9/ 2019), o Anuário de Segurança Pública de 2019, expondo os números da criminalidade do Brasil em 2018.
O Pará, aparece no Grupo 1, na classificação da qualidade das informações, entre os 13 Estados que melhor trabalham a gestão dos números da criminalidade.

O estudo divulgado pelo FBSP mostra, por tipo de crime, as taxas de redução da criminalidade no Pará, no último ano do governo Simão Jatene. Lesão seguido de morte foi o crime com maior redução: 60,7%. O registro de crimes raciais, como a injúria, teve a segunda maior taxa de redução: 55,5%. Caíram quase 30% os roubos a estabelecimentos comerciais.

Em 2018, o Pará destacou-se nas ações de enfrentamento às drogas, conforme os números do Anuário. Aumentaram 29,7% o combate ao tráfico de drogas e 20,4% as ações contra a posse e uso de entorpecentes. A apreensão de armas aumentou 67,6%. Confira outros indicadores:

  • Homicídio doloso: 5,7%
  • Latrocínio: 16,4%
  • Lesão corporal seguida de morte: 60,7%
  • Roubo total: 19,7%
  • Roubo a transeunte: 18,8%
  • Roubo a instituições financeiras (assalto a banco): 26,2%
  • Roubo de carga: 21,2%
  • Roubo a estabelecimento comercial: 29,5%
  • Roubo a residência: 26,7%
  • Roubo de veículos: 25,8%
  • Furto de veículos: 19,4%
  • Registros de injúria racial: 55,5%

É importante lembrar que a redução da criminalidade caiu em todo o Brasil. A redução do número de homicídios foi de 13%. Latrocínio caiu 22,7%; lesão corporal seguida de morte caiu 9%; o número de roubo total reduziu-se em 14,1% , e 17% o roubo de veículos, 17%.

O relatório está no site do site do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Apesar do dados de 2018, , a estatística da violência ainda é muito alta no país. Vejamos o número de feminicídios, que neste ano dispararam.

Espera-se que o governo do Pará continue o trabalhando para reduzir a violência no Estado. Mas, depois dos casos de Altamira, dos demais assassinatos em presídios, e do polêmico massacre do Guamá, não será surpresa se o Anuário de 2019 do FBSP apontar a inversão dos indicadores 2018. Será lamentável!

Por Nélio Palheta

Desmatamento na Amazônia em agosto cresce 222% em relação a 2018

Anterior

Simão Jatene tem contas aprovadas pelo TCE por unanimidade

Seguinte

Pode ser do seu interesse

Comentário

Deixe sua opinião

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais de Violência