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Com o cooler na mão

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Toda a turma do governo Helder Barbalho (MDB) envolvida nas compras superfaturadas, com dispensa de licitação no Pará, para o combate ao novo coronavirus, está com o cooler na mão com a provável delação premiada do ex- secretário-adjunto de Saúde, Peter Cassol…


No cooler de Cassol a Polícia Federal, na operação Para Bellum, encontrou R$ 748 mil reais acondicionados.
Na primeira etapa da Operação Para Bellum, autorizada pelo ministro Francisco Falcão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a Polícia Federal invadiu a mansão do governador Helder Barbalho, no condomínio de luxo Lago Azul, em Ananindeua, e apreendeu, entre outras coisas, os celulares de Helder Barbalho Ede sua esposa Daniella.


Depois, em ação inédita na história do Pará, a PF invadiu o Palácio do Governo, onde apreendeu computadores e documentos.
O ministro Francisco Falcão também mandou bloquear bens do governador para ressarcir o erário público por prováveis desvios de recursos.


Para tentar amenizar os impactos da Operação Para Bellum, Helder Barbalho exonerou o secretário adjunto Peter Cassol e, posteriormente, o secretário de Saúde Alberto Beltrame, também alvo da Operação dia PF.
Toda a documentação apreendida está sendo analisada pela Polícia Federal e Ministério Público, e as mensagens encontradas nos celulares de Helder e Daniela Barbalho estão sendo degravadas.
A expectativa na PF é que Peter Cassol – que pode ter sua prisão preventiva decretada a qualquer momento – pode optar por fazer delação premiada.
Peter Cassol é gaúcho como o ex-secretário Alberto Beltrame, que o trouxe para ser seu braço direito na Secretaria de Estado de Saúde do Pará, e não explicou a origem dos R$ 748 mil apreendidos num cooler em sua residência.

Ronaldo Brasiliense
Ronaldo Brasiliense é o repórter mais premiado da Amazônia nos últimos trinta anos. Conquistou os maiores prêmios da imprensa brasileira em uma carreira marcada por reportagens denunciando a corrupção, a malversação do dinheiro público, em defesa da democracia, dos direitos humanos, da preservação do meio ambiente e da cultura dos povos da floresta. Atualmente, Ronaldo Brasiliense é presidente da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) e da Associação Cultural Obidense (ACOB), que administra o Museu Integrado de Óbidos e promove anualmente o Festival do Jaraqui, além de executar obras com o apoio da sociedade civil obidense e do poder público municipal, como a atual revitalização do histórico Forte Pauxis, marco de fundação da cidade de Óbidos.

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