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João Salame Neto não é mais diretor do Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde. Após sua prisão, ocorrida nesta quinta-feira, 18, ele foi exonerado pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha (MDB). A exoneração foi publicada nesta sexta-feira, 19, no Diário Oficial da União.

O ex-prefeito de Marabá foi indicado por Helder e Jader Barbalho para assumir o cargo no Ministério da Saúde, em 2017, como apoio do PP, partido de Salame ao presidente Michel Temer (MDB).

Salame que já foi deputado estadual por dois mandatos e prefeito de Marabá, entre 2013 e 2015, foi acusado de liderar um esquema fraudulento na gestão do município, que envolve contratos irregulares com empresas privadas, que segundo as denúncias do Ministério Público, desviaram mais de R$ 2 milhões dos cofres municipais.

Ele foi preso pela Polícia Federal, em sua residência, em Brasília. João Salame foi alvo da Operação Partialis, realizada em conjunto com a Receita Federal, em um desdobramento da Operação Asfixia, onde sete mandados judiciais foram expedidos pela 2ª Vara da Justiça Federal de Marabá, nas cidades de Marabá, Altamira, e Brasília, sendo quatro mandados de prisão preventiva, quatro de prisão temporária e nove mandados de busca e apreensão.

Por Roma News

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