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A propaganda eleitoral teve seu início na televisão e rádio nesta sexta-feira, 31. E, a partir de hoje, vamos analisar o que é “De Rocha” e o que é “Pavulagem” nessa campanha ao governo do estado do Pará.

Analisaremos a seguir o programa do filho do Jader Barbalho, Helder Barbalho.

Ananindeua foi a única cidade a entregar duas Unidades de Pronto Atendimento 24 horas.

O Tribunal de Contas da União, em vistoria realizada nas duas UPA’s citadas por Helder Barbalho – Icuí-Guajará e Cidade Nova III – encontrou fissuras nas alvenarias e na estrutura, infiltrações nas paredes e tetos, deficiência da vedação das janelas (que permite a passagem de água das chuvas) e drenagem da área externa deficiente (provocando alagamentos). A UPA 24h do Icuí-Guarajá apresentou problema no acionamento automático do gerador, enquanto a da Cidade Nova III apresentou transbordo da fossa séptica (esgoto doméstico).

Com relação ao projeto-executivo deficiente, as duas UPAs visitadas em Ananindeua foram contratadas sem a previsão de corrimãos e bate-macas nas circulações, o que ‘possibilita degradação precoce das paredes e pinturas, já que há movimentação frequente de pessoas, macas, cadeiras de rodas e outros equipamentos’, disse o ministro Benjamin Zymler. A unidade Icuí-Guarajá não possui instalação de tomadas 220V, impedindo o uso de equipamentos que precisam desse requisito para funcionar.

O Tribunal deu ciência à prefeitura municipal de Ananindeua sobre as irregularidades identificadas e enviou cópia da decisão à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e ao Ministério da Saúde. Os laudos das fiscalizações foram incluídos no processo 011.581/2013-1, que consolidou os trabalhos de fiscalização nas 26 construções de UPAs 24h, espalhadas nas cinco regiões do País.

Ajudei os pescadores quando fui Ministro da Pesca.

A passagem de Helder Barbalho no Ministério da Pesca foi conturbada. Vale lembrar que a condenação de duas ex-titulares da Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura no Pará, vinculada ao extinto Ministério da Pesca, acabou atingindo uma terceira mulher: Simone Morgado, deputado federal e ex-esposa do senador Jader Barbalho (MDB).

Sione Castro de Moura, por exemplo, foi assessora da parlamentar paraense em Brasília. E a nomeação dela para a Pesca no Pará se deu em grande parte graças ao aval dos Barbalho.

No auge das investigações, é bom lembrar, um dos alvos da segunda fase da operação História de Pescador, deflagrada no início do ano passado, foi o gabinete de Simone Morgado.

Na ocasião, a deputada negou qualquer envolvimento no esquema que desviou dos cofres públicos R$ 185 milhões por ano, segundo auditoria do governo federal. E lavou as mãos, dizendo que o caso era uma questão pessoal de sua ex-funcionária.

Eu sou orgulhoso de ter colaborado com obras importantes como o derrocamento do Pedral do Lourenço.

A hidrovia Araguaia-Tocantins há quase 10 anos aguarda um projeto para tornar o rio Tocantins navegável, deixando uma obra bilionária sem utilidade.

As eclusas de Tucuruí, no sudeste do Pará, são quase um elefante branco. Desde que foram inauguradas, em 2010, ao custo de R$ 1,6 bilhão dos cofres públicos, elas praticamente não funcionam. Em 2013, menos de 2% da sua capacidade foram utilizados.

“Esse ano ainda foram feitas algumas eclusagens lá, pouquíssimas, no máximo 10, o que não significa nada para o potencial do rio e da região, então é quase zero isso, se falar que a gente pretende transportar por ali quase 20 milhões de toneladas”, afirma Eduardo Carvalho, diretor das Empresas de Navegação Fluvial do Pará.

A velha política fez com que o Pará se transformasse em um ambiente de guerra, de insegurança.

A velha política, capitaneada por seu pai, Jader Barbalho, que mantém o seu clã no poder há anos – Elcione Barbalho (mãe de Helder), Priante (primo de Helder), Igor Normando (sobrinho de Elcione), Simone Morgado (ex-mulher de Jader), dentre outros – é responsável pelo toma-lá-dá-cá, pela política do compadrio, pelo aparelhamento do estado.

É mister lembrar que Helder fez parte do governo federal nas gestões de Dilma e de Temer, governos que contingenciaram grande monta dos recursos que deveriam ser repassados aos governos para tratar do problema da segurança.

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