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Se só a recuperação de 260 metros da ponte do Moju, que caiu no sábado passado, vai custar R$ 113 milhões, qual seria o custo atual das quatro pontes da alça viária construídas pelo saudoso governador Almir Gabriel, incluindo a ponte sobre o rio Guamá, a maior de todas?

O grupo de comunicação da família Barbalho sempre questionou sobre como foram gastos os R$ 400 milhões obtidos pelo governo de Almir Gabriel com a privatização da Celpa.

O gasto previsto de R$ 113 milhões para recuperar um terço da ponte do Moju mostra que a alça viária foi um investimento muito bem feito pelos governos de Gabriel e Jatene.

A alça viária uniu Belém e a Região Metropolitana às regiões Sul e Sudeste do Estado, numa das maiores obras de integração no Pará em todos os tempos.

Nada como um governo depois do outro.

Ronaldo Brasiliense
Ronaldo Brasiliense é o repórter mais premiado da Amazônia nos últimos trinta anos. Conquistou os maiores prêmios da imprensa brasileira em uma carreira marcada por reportagens denunciando a corrupção, a malversação do dinheiro público, em defesa da democracia, dos direitos humanos, da preservação do meio ambiente e da cultura dos povos da floresta. Atualmente, Ronaldo Brasiliense é presidente da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO) e da Associação Cultural Obidense (ACOB), que administra o Museu Integrado de Óbidos e promove anualmente o Festival do Jaraqui, além de executar obras com o apoio da sociedade civil obidense e do poder público municipal, como a atual revitalização do histórico Forte Pauxis, marco de fundação da cidade de Óbidos.

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